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BRINCANDO COM OS MENINOS

Oi! Meu nome é Roberta, mas os amigos me chamam msm de Betinha, sou branquinha com cabelos escuros longos, olhos verdes, pernas grossas, seios médios, bumbum redondinho, 1,65 de altura e 50kg.

Quando era mais nova, lé pelos 13...14 anos, eu ia pras festinhas, bailes e danceterias com minhas amigas, e não era muito notada, acho que pelo fato de ter recebido uma educação rígida, fiquei recatada ao extremo, pois bem. Todos os meninos caíam em cima das minhas amigas, comigo sá se não estivesse sobrando nenhuma, e como elas mesmo diziam eu era apagadinha.

Um dia havia marcado com duas minhas amigas num baile num clube do suburbio do Rio de Janeiro, eu estava com 19 anos na época, nos encontramos lá, e pra variar, mal chegamos e já estavam elas rodeadas de meninos, sendo que essa foi uma das vezes em que sobrara um pra mim, acabei ficando com o menino, que era até bonitinho, mas acho que ele ficou foi decepcionado e não dando muita importancia pra mim. Uma das minhas amigas, me chamou pra ir com ela ao banheiro, e me disse que eu precisava melhorar minha aparencia, senão os garotos não me notariam. Eu perguntei o que havia de errado, e ela começou a fazer umas mudanças da maneira que pode.

Minha saia que era um pouco acima do joelho, foi enrolada até virar uma mini saia, eu estava com uma blusa de botões, que foi aberto um decote, ela passou as mãos molhadas nos meus cabelos dando uma leve bagunçada eme disse pra me soltar mais tentando ser menos tímida.

Quando voltamos percebi que o tal garota havia sumido, fiquei perto das minhas amigas até que todas foram cada uma com seus garotos pra outros cantos do lugar, pronto lá estava eu sozinha. De repente dei conta que alguns garotos davam umas olhadas e tal, comecei a sentir que a mudança surtia efeito.

Olhei um que, e pareceu mais bonitinho e dei umas ohadas, mas logo chegou do meu lado um outro que eu nem havia percebido antes, e já foi me beijando, passando a mão em mim, quando a mão descia muito eu dava uma segurada e tal, acabamos indo pra um local mais afastado da pista de dança.

Durante os amassos, ele me abraçou por traz, me disse que estava com muito tezão em mim, começou com a mão denovo, quando eu senti sua mão passando por baixo da minha saia, me deu um arrepio e comecei a gostar daquilo, a mão alisava, apertava minha bunda, logo ele estava com as duas mão na minha bunda, uma alisava a outra afastando a calcinha, e ele me beijando o pescoço, lambendo minha orelha.

Eu nunca havia sentido aquilo antes, parti pras carícias também, ele estava louco, pois já gemia no meu ouvido, dizendo que não aguentava mais... que minha bundinha era gostosa e tal...Quando senti ele encostando seu pênis na mina bunda, me assustei e me afastei já ficando de frente pra ele.

Ele me puxou pra ele, falando no meu ouvido, pra não parar. Eu disse que não transaria com um garoto que nem conhecia, no meio de um baile e sem dizer que eu era virgem ainda. Ele sussurrava no meu ouvido que estava louco por mim, e disse então bate uma punheta pra ele, e já fou colocando minha mão no pênis dele, que já estava duro.

Comecei sem jeito alisando e brincando com a cabeça, o garoto estava delirando já, a medida que ia me soltando, fui punhetando aquele penis duro e senti que a cabeça estava umidecida, comecei a passar ele na minha coxa e logo senti um jato forte e molhado na minha coxa e mão.

Corri pro banheiro, deixando ele pra traz, como o lugar era escuro, acabei perdendo ele depois, na luz do banheiro vi que o esperma que já escorria perna a baixo, era quente e gostoso, na minha mão senti o esperma grosso pegajoso, limpei e como já estava perto do fim do baile fui pra saída onde encontrei minhas amigas e fomos pra casa. Já marcando pra voltarmos no práximo final de semana.

Na semana seguinte quando me arrumava pra ir pro baile, já sabendo que as mudanças haviam surtido efeito, não perdi tempo, cortei uma saia jeans transformando não numa mini-saia, mas numa micro-saia, peguei uma blusa e cortei abrindo um decote que deixava a mostra o meio dos meus seios, coloquei uma meia que ia até quase o joelho e caprichei na maquiagem.

Saí de casa disposta a ver o resultado da mudança. Eu ia passando pelos lugares onde sempre passei e não era notada, mas dessa vez ouvia assovios, chamadas de gostosa e pra minha surpresa até os homens que tomavam cerveja nos bares mexiam. Bem deu certo.

Chegando no baile, mudei a atitude, fui pra parte mais escura do baile, tinham uns meninos lá, passei bem junto e deixei minha mão passar de leve na bunda do que estava de costas pra mim e fiquei junto a parede. Logo ele se chegou e quando ia começar a falar eu lhe dei um beijo e já fui apertando ele contra mim, nem vi direito como era o garoto devido o escuro, sá sabia que era da minha altura, ele agiu como eu queria, ficou sem reação, pois minha intenção era comandar a situação, eu queria realmente brincar com ele.

Estava abraçada com ele, encostei ele numa parede e virei esfregando minha bundinha nele, já podia sentir seu pênis criando volume sob as calças dele, ele estava totalmente sem ação, apenas me deixava fazer. Eu subia e descia, rebolava esfregando minha bunda no pênis dele, aí segurei suas mãos e fui conduzindo pelos meis seios, bariga, coxas até minha bocetinha por cima da calcinha e quando sentia que seu pênis já estava bem duro, dei o golpe de misericárdia, me virei abri seu zipper e comecei a punhetar e passar seu pênis na minha coxa. Coitadinho na primeira passada pela minha coxa já senti seu gozo. Aproveitei que ele estava em extase, o deixei alí e sumi na escuridão do baile.

Fui ao banheiro me limpar e ví que escorria muito esperma pela minha perna, era uma sensação muito gostosa aquele líquido quente escorrendo nossa que tezão que dava.

Limpei a perna, e saí do banheiro, mas dessa vez, queria esperimentar algo diferente. Comprei uma coca e sentei numa parte onde haviam mesas e nos cantos uns sofás, sobre as mesas, haviam umas luminárias que iluminavam sá a área da mesa, na mesa em frente de onde sentei tinha um casal namorando, me sentei de forma que ficesse de frente pro garoto.

Quando o garoto olhou na minha direção eu peguei uma pedra de gelo do copo, e lambi olhando em sua direção, a partir daí ele começou a olhar com mais atenção.

Eu passeava com o gelo pelos lábios bem de leve e ia descendo pelo pescoço até chegar entre os seios, fiquei nisso lentamente, percebi quando a namorada dele ia se virar pra olhar ele beijava pra disfarçar, eu estava me sentindo vingada dos tempos de apagadinha.

Do gelo passei a cruzar as pernas que devido a micro-saia deixava toda a coxa de fora, peguei o gelo e fui passando pelas coxas também o garoto já não disfarçava, percebi seu olhar de sofrimento. As vezes q a namorada dele virava eu parava e olhava em outras direções.

Pude perceber minha vítima sofrendo de tezão, aproveitei quando a namorada dele foi ao banheiro e fui até ele, e perguntei se ele estava gostando, ele veio pra me beijar, eu deixei ele chagar bem perto da minha boca e desviei a boca pro seu ouvido, dei uma lambidinha e disse que iria voltar pra minha mesa pois a namorada dele logo voltaria, ele disse que estava a ponto de gozar sá de olhar! Eu lhe disse "Aproveite enquanto ela está no banheiro!".

Voltei pra minha mesa, e voltei com o gelo, sendo que dessa vez eu passeava com ele por dentro da minhas coxas e chegava a passar pela bocetinha e tomava cuidado pra não ser vista por outras pessoas além dele.

Pude perceber ele esfregando seu pênis sobre a bermuda, com tanta vontade enquanto olhava, que resolvi acelerar o processo, afastei a calcinha pra ele ver minha bocetinha, ele já se punhetava por dentro da bermuda, até que ele foi diminuindo, mas pude notar que estava molhada sua bermuda, o banheiro devia estar cheio pois a namorada dele ainda demorou um pouco pra chegar. Quando ele chegou eu aproveitei a deixa de um beijo deles pra sair sem que ele visse.

No final do baile, me encontrei com minhas amigas e fui pra casa satisfeita, e já planejando novas maneiras de deixar os meninos loucos. Pois esse seria apenas o início.

Beijos a todos e espero que gostem e comente. Até os práximos



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