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O MEU PRIMO FABIO - 6

Fiquei sá, sem saber como passar o tempo. Estava calor, peguei a toalha e fui tomar banho no rio. Depois fui explorar as redondezas, caminhei junto à margem até chegar a um sítio por onde o rio seguia mas estava cheio de vegetação e não se podia passar. Era preciso dar uma grande volta para chegar novamente à margem. Procurei se haveria algum atalho e descobri uma passagem pelo meio daqueles paus e folhagem, parecia um túnel, dava para andar de cácoras. Era escuro mas ao fundo via-se luz. Depois havia uma pequena enseada, rodeada de grandes árvores. Do outro lado tinha rochas altas, era um sítio completamente escondido e muito bonito. Tinha erva alta, flores silvestres de muitas cores.

Quando estendia a toalha no chão vi umas pernas no outro canto, afinal eu não estava sá, alguém apanhava banhos de sol. Gatinhei, escondido pela vegetação e aproximei-me das pernas. Eram quatro, duas mais compridas que as outras, ambas magras, as maiores com pêlos louros. Vi duas mãos que se moviam, apertando cada uma o seu pénis, o das pernas maiores era mais comprido e mais largo que o outro. O mais pequeno era agarrado pela mão maior. Aproximei-me mais. Ambas as pilas eram bastante compridas mas esguias, o mais pequeno tinha meia dúzia de pentelhos louros, quase que dava para os contar. O maior tinha um grande tufo louro de pêlos. Eu não conseguia ver o resto dos corpos, uma pedra escondia-os. Ergui-me e vi os dois irmãos loiros, o Nuno e o Xico, abraçados de barriga para o ar, a tocarem uma punheta um ao outro. O primeiro a reparar na minha presença foi o Xico, o mais novo, com 19 anos, que me sorriu com ar maroto e continuou a esfregar o mastro do irmão. Eu já estava cheio de tesão e ele olhava descaradamente para o volume dentro dos meus calções. Quando o Nuno, que tem quase 19 anos, me viu, levantou-se de um salto, ficou muito envergonhado e tentou tapar-se com as mãos. O Xico ria às gargalhadas, eu ri também e o Nuno acabou por fazer o mesmo. A pila do Nuno murchou, mas a do Xico continuava tesa. Era bem bonita, grande para a idade, e tinha um saco que era uma delícia. Confessaram que vinham para aquele sítio para poderem tocar punhetas sem ninguém os incomodar. Perguntei que mais faziam, se lambiam, se chupavam e eles, espantados, responderam que não, apenas se masturbavam um ao outro, que paravam quando o Nuno se esporrava, pois o Xico ainda não ejaculava. Então eu contei-lhes as minhas aventuras com o meu primo Fábio, como nos abraçávamos, beijávamo-nos de língua, lambíamo-nos, chupávamo-nos e íamos ao cu um ao outro. Ambos estavam de boca aberta, admirados da nossa coragem. Eles nunca se atreveram a tal.

Eu contava os encontros com o meu primo com todos os detalhes, o Xico começou a punhetear-se, o pau dele nunca tinha baixado.

- Deixa que eu faço - disse eu, agarrando-lhe a piroca. Continuei a contar, vi o pau do Nuno a empinar e agarrei-o também.

- Tira os calções - pediu o Xico. Fiquei nu e eles admiraram o meu pau, que era do tamanho do do Nuno mas mais grosso e eles adoraram. Deitaram-me no chão, pôs-se um de cada lado, eu massajava o pau deles, eles agarravam o meu ao mesmo tempo, quase que guerreavam para o segurar. Não demorou muito para o Nuno se vir, lançou uns grandes jactos de esperma branco que lhe caíram no peito, até eu fui atingido. Eu debrucei-me sobre o Xico e comecei a mamá-lo. Não conseguia meter a pila toda dentro da minha boca, mas lambia-a toda, dava-lhe pequenas dentadas, sugava-lhe a glande que era completamente destapada, chupava-lhe o saco e engolia-lhe as bolas e ele delirava. O Nuno olhava e o bacamarte dele começava a dar novamente sinais de vida. De surpresa, meti o pau dele na minha boca ainda meio flácido, fi-lo endurecer, suguei-lhe a cabeça que também era toda descoberta, apalpei-lhe o saco, que já tinha alguns pelinhos louros, brinquei com as bolas. Ele deitou-se de costas, de olhos fechados a saborear. O Xico, que não queria ficar de fora, não largava o meu pau nem as minhas bolas, até que se deitou na minha coxa e engoliu a minha pila. Que bom. Que lábios macios, que língua sábia que trabalhava bem. O miúdo aprendia depressa. Chupava-me o pau e passava a mão pelo rego do cu, apalpava-me os tomates, mamava com sofreguidão. Parei de mamar o Nuno, era a minha vez de saborear, deitado, de olhos fechados. O Xico pôs-se de quatro, entre as minhas pernas. O Nuno também queria participar, deitou-se por baixo do Xico e mamou-lhe a piroquinha. Eu também queria um pau na minha boca.

- Tenho uma ideia - disse - deitámo-nos os três de lado, a fazer um triângulo, eu chupo o Xico, o Xico chupa o Nuno, o Nuno chupa-me a mim. E assim foi, acomodamo-nos de modo a todos termos um pau na boca. Eu mamava a piroquinha do Xico, puxava-lhe os pentelhinhos louros, massajava-lhe as coxas, brincava com as bolas, apertava-lhe as nádegas e passava a mão pelo rego do ânus, mexia-lhe no buraquinho, enquanto o Nuno me chupava com vontade, parecia que estava a mamar uma teta, sempre a chupar, sempre a chupar, e também me apertava as nádegas e apalpava-me os tomates. Estava muito agradável, o sol a bater-nos nos corpos nus e nás deliciados. Passada para aí meia hora o Xico entesou as pernas, enterrou o pau bem na minha boca e tremeu, tremeu e saiu-lhe líquido pela pila. A princípio pensei que fosse mijo, pois era muito líquido, mas aguentei, continuei a mamá-lo e saíram mais duas golfadas de leite pegajoso, era mesmo esperma. Fiquei louco, inebriado de tesão. Estava a receber o primeiro esperma do miúdo. Não me contive mais e deixei a minha esporra explodir em cheio na garganta do Nuno, que retirou a boca mas continuou a punhetear-me com a mão e a levar com o meu esperma na cara, ao mesmo tempo que ele práprio enchia a boca do seu irmão de leite, que lhe escorria para o pescoço. E ficamos deitados, felizes e satisfeitos. Tanto eu como o Nuno tínhamos vestígios de esperma nos nossos pénis, mas o Xico não tinha nada, eu tinha sugado tudo. Ele dizia que tinha sido muito bom, que havia experimentado uma sensação nova, que nunca tinha sentido nada igual, parecia-lhe que se tinha mijado, que sentira qualquer coisa a sair-lhe pela cabeça da gaita. Eu resolvi esconder, não contar que ele tinha ejaculado, queria que pensasse que eu era especial, que sá comigo ele conseguiria aquelas sensações que lhe deixavam a cabeça atordoada. Levantei-me e mergulhei na água morna do rio. Eles vieram também e passamos um dia maravilhoso. Mas os dias seguintes ainda seriam melhores.

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